Os casamentos não acabam, energeticamente eles são absorvidos pela desordem e a partir daí sistemicamente eles passam a pertencer a um emaranhado dos excluídos.

O bolo dos excluídos, como amorosamente eu chamo esse aglomerado de coisas não resolvidas, de pessoas julgadas e excluídas, está sempre disponível, ele está grudado em cada um de nós.

Imagine que há um campo energético que absorve todos os “ex” namorados e namoradas, esposas e maridos não contados, que absorve todos os abortos não contados, todas as doenças, todos os suicidas, todos os homossexuais julgados, todos os viciados… Todos que não andam na perfeição, conforme a crença da sua família.

Quando eu julgo o meu cônjuge, ele imediatamente vai para o bolo dos excluídos e é como se ele perdesse o seu livre arbítrio, a partir daí ele simplesmente e matematicamente começa a repetir o padrão daqueles excluídos da minha família. Isso explica por que tudo que eu não aceito no meu pai como marido da minha mãe, o meu marido, por amor, repetirá comigo.

Quando eu quero ajudar o meu cônjuge, eu tiro o direito dele ser grande, e então como num movimento respiratório, ele, por amor, segue o mesmo padrão que os abortados da minha família… sim, sim, ele segue o movimento de morte.

Meus queridos, os casamentos não acabam, eles desordenam. E o que fazer com isso? A partir da liberação pelo amor incondicional, todos podem ser o que realmente são e então podem dar e receber amor.

Alguns relacionamentos de casal tomam outro rumo. E se a alma de cada um concordar com isso, pronto, eles estão livres para os próximos relacionamentos de casal.

E claro, se você deseja apagar essa pessoa da sua vida, é perigoso… Feche os olhos e veja o quanto perto essa pessoa está de você. Exatamente, ele está dentro de você.

Você pode começar uma nova vida, na ordem, no equilíbrio, na liberdade e no amor.
Libere e seja liberado. Viva a vida.

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